Minha vida depende de três coisas. 1.Piso laminado nos quartos, 2. Retoques de pintura e 3. Faxina + sessão do descarrego. Tenho algumas horas para resolver o item 1 – prazo maluco, pero possible, que eu mesma me impus. Semana passada foi o carinha do laminado fazer orçamento e avaliar as “condições técnicas” para a colocacão do piso. Sabe quando o médico olha seu exame alterado, respira fundo, ergue as duas sobrancelhas e dá uma notícia não muito boa? O rapazinho fez a mesma coisa. Disse que o-contrapiso-não-estava-adequado-para-a-colocação-do-piso-laminado. Manja contrapiso? É aquela coisa que fica debaixo do piso (sinta o nível e a catergoria da explicação). Para que o laminado fique bacana, o contrapiso precisa estar nivelado e per-fei-to. A olho nu, o meu parece nivelado. Mas, segundo o cara, o lance foi feito com “uma-areia-grossa-demais”. Se eu deixar assim, com o tempo esses grânulos de areia começariam a soltar e meu piso ganharia ruídos de areia se mexendo. Ou seja. “A senhora precisará estar refazendo o contrapiso”. “Nossa empresa faz. Cobramos R$ 6 o metro quadrado e o material é por conta da senhora”. Hum. Sei. Quer dizer então que meu pedreiro fez tudo errado? Detalhe: refazendo o contrapiso, o nível do chão vai subir e com isso as portas terão de ser ajustadas, o que pode prejudicar a pintura. A empresa também faz “esses ajustes”. Faz e cobra, evidentemente. Duas hipóteses. Ou esse cara é a salvação da lavoura e está fazendo tudo absolutamente certo ou há um golpe aí. Pior é que não estou com tempo nem energia para ouvir segundas e terceiras opiniões. Manda um comentário dizendo que o rapaz tá certo, que é isso mesmo, que posso seguir em frente? Pleaaase.

Mari Mari sempre abre os exames antes do médico