Paciência zero com novela do Manoel Carlos. Postei no meu twitter essa semana. O que encheram de linguiça na lua de mel em Paris não tá escrito. Tipo, ok, entendi que aquilo era uma viagem romântica e que eles estavam felizes. Sigamos adiante, pode ser? Fora que o José Mayer sem camisa me embrulha. Não há meio, viu. Enfim. Minha novela-chata mal tinha acabado quando o Ro chegou do trabalho e trouxe essa orquídea liiiinda. Pensamento imediato número 1: “ótimo, esqueci de alguma data importante”; Pensamento imediato número 2: “não, não esqueci. hoje é uma quinta-feira normal”; Pensamento imediato número 3: _______ (não lembro, de tão feliz que fiquei). Já contei novecentas vezes aqui no blog e um quatrilhão de vezes para o Ro que orquídea é minha flor favorita. Ele deve ter se lembrado disso a caminho de casa e puft, comprou. Ai, ai… (suspiros). Ficou per-fei-ta na minha parede ruexa (Coral Berinjela Profundo) e com esse cachepô branco – o único que eu tinha, diga-se. O detalhe é que, embora eu ame orquídeas, não sei lidar com elas. Exemplo: 1. ela gosta de sol? 2.gosta de sombra? 3.bebe bastante água? 4.o que eu faço quando as flores caírem? 5. brota de novo? Se você tiver alguma dica me dá? Ou vende? Ou empresta e depois eu devolvo?

Óoooo que lindona!

E depois dizem que Deus não existe. Tá bom…

A orquídea combinou com meus livros de Audrey, Chanel e Casa Claudia. A luminária comprei na Etna, custou R$ 30 (há 2 anos) e veio da China (leia-se: quebrou, um abraço) hehe

Rodrigo entrou pela minha porta de novela segurando uma orquídea. A trilha sonora foi a do comercial das Casas Bahia (a TV estava ligada) hehehe. Mas, ok, foi lindo mesmo assim

Mari Mari acaba de criar a campanha “Volta, Raj”